sábado, 10 de julho de 2010

Como o vento...


Sentia-se como o vento
que acariciava os corpos
mas invisível aos olhos
ao único olhar
que lhe dava existência
como o vento
atravessava fronteiras
e fazia-se sentir
na brisa da manhã
num corpo vazio de sentidos
mas com marcas
de um amor perdido
feitas pelas unhas do destino

numa alma perdida no tempo

1 comentário:

Tiago disse...

é um poema muito bem, só queria dizer que depois de o ler comecei a ter inspirei-me nele para escrever um

obrigado, e espero que não me acuses de plágio :P